Lugar 1 de 16 · 10.0/10 · Estocolmo, Suécia

Glashuset

Na carta como “Råbiff”

10.0/10

Råbiff de nova escola

Um nevão de parmesão sobre beterraba amarela doce e dijonnaise afiada, servido numa caixa de vidro classificada, pousada sobre a água. A bitola.

A crítica

A sala, por si só, vicia o jogo: uma bomba de gasolina em vidro de 1955 no cais de Strandvägen, classificada como património, a brilhar sobre os barcos de Nybroviken. O tártaro chega debaixo de um nevão de parmesão francamente irresponsável — nada clássico, e sem o mínimo arrependimento. Por baixo: carne fria e limpa ligada numa dijonnaise afiada, cubos doces de beterraba amarela, alcaparras de serviço à acidez, cebola tostada para o estaladiço. Peça a versão 'Classics' e chega uma montanha de batatas fritas douradas para fazer de pá. Cada elemento merece o seu lugar — doce, sal, ácido, gordura, crocante, na proporção certa. Já comi este prato em três países; é por este que meço todos os outros. Se um dia o Glashuset encolher mesmo para bar de cocktails, alguém que classifique também o tártaro.

Avaliado por cinco critérios

  • 01O Corte
  • 02O Tempero
  • 03A Gema
  • 04Os Acompanhamentos
  • 05A Sala

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