Sturehof
Na carta como “Steak tartare”
Instituição desde 1897
A instituição do peixe de 1897 trata o seu tártaro como missão secundária — carregado de Dijon, apimentado, correto, ligeiramente em piloto automático.
A crítica
O Sturehof é uma das grandes salas de Estocolmo — aberto 365 noites por ano junto ao cogumelo de Stureplan, quatrocentos lugares, interiores de Jonas Bohlin, uma carta que muda diariamente e alimenta a cidade desde 1897. Mas isto é uma casa de peixe até ao tutano, e o tártaro sabe-o. Pojadouro sueco, picado à máquina, chega carregado de Dijon e bem apimentado, com gema e salada verde; as batatas pagam-se à parte, o que é um traço de personalidade. É exatamente correto e nunca mais do que isso — tempero equilibrado, temperatura certa, a imaginação noutro lado, provavelmente com o linguado meunière. Até lhe vendem um kit de tártaro para casa no mercado gourmet deles, o que resume bem a coisa: um tártaro cuja logística se admira. Nunca desilude, raramente se recorda. Peça o marisco.
Avaliado por cinco critérios
- 01O Corte
- 02O Tempero
- 03A Gema
- 04Os Acompanhamentos
- 05A Sala